Em Defesa das Mulheres

Em meio à polêmica causada pelo ensaio Em defesa das mulheres, que integra o Teatro crítico universal, obra de caráter enciclopédico do filósofo beneditino Jerónimo Feijoo y Montenegro, surgiram na misógina Espanha do século XVIII um sem número de livros e artigos contra e a favor das mulheres. Entre estas últimas publicações merece destaque esta obra, de Juan Bautista Cubíe, publicada em Madri em 1768, a qual permaneceu por gerações como uma síntese da memória da contenda.

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Introdução à História do Direito

Este livro, destinado a um curso de 40 horas sobre a história do Direito ou a uma disciplina na qual consteúdos da história do Direito sejam contemplados, aborda tópicos centrais, como os textos clássicos que focam questões ligadas ao Direito, o Direito romano, o Direito na idade média e o Direito nos séculos XVI-XX. Traz ainda, na íntegra, códigos antigos como a lei das doze tábuas e o código de Hammurabi. Obra escrita em linguagem acessível, consegue, sem ser prolixa, cobrir o conteúdo básico de um curso sobre história do Direito, servindo como excelente material de ensino.

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O Princípe

Niccolò Machiavelli, nasceu em Florença em 3 de maio de 1469, em uma Itália fracionada em pequenos Estados conflitantes entre si, o que os tornavam vulneráveis aos ataques de conquistadores estrangeiros. Nicolau Maquiavel, o maior pensador político da Itália renascentista, não pertencia a nenhuma escola, não deixou sucessores, mas tornou-se autor clássico da filosofia política. A leitura de suas obras é indispensável aos que procuram refletir sobre o poder e suas interações. Foi do Renascimento, mas não pertence a ele. Extrapolou e constitui-se em objeto de debates ao longo de quatro séculos. Tornou-se imortal. Leitor dos clássicos da Antiguidade, especialmente de Platão e Aristóteles, foi filho de um advogado e estudioso de Humanidade que lhe proporcionou uma educação clássica, viveu obscuramente até 1527. Em seus Discursos sobre Lívio dedicou-se à antiga república romana, exaltou o constitucionalismo, a autonomia e a subordinação da religião ao Estado. Seu memorial foi O Príncipe, endereçado a Lorenzo de Médici, o Magnífico, um “tratado” sobre a arte de governar. O Príncipe aborda os Estados e as formas de conquista e preservação do poder. Obra escrita no exílio forçado, quando privado de sua posição de funcionário da república de Florença. É fruto de observações realizadas em viagens diplomáticas pelo interior italiano, de sua bagagem cultural e de muita reflexão.
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