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Alfabetização – Políticas Mundiais e Movimentos Nacionais

Ler este estudo Alfabetização: políticas mundiais e movimentos nacionais, elaborado com o cotejo de documentos de órgãos internacionais, de inúmeros documentos das políticas e programas nacionais, trazendo dados sobre testes de avaliação da alfabetização por meio da Provinha Brasil, é extremamente útil a todos, particularmente aos professores, para que estes compreendam o percurso que estão sendo obrigados a percorrer com seus alunos. O livro aborda questões político-pedagógicas essenciais para a compreensão dos rumos da alfabetização infantil na atualidade.

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Em Costas Negras

Uma História do Tráfico de Escravos Entre a África e o Rio de Janeiro (Séculos XVIII e XIX)

Em costas negras traz uma grande contribuição para a historiografia brasileira. Resultado de uma pesquisa sobre o tráfico atlântico de escravos, este livro retoma a perspectiva econômica e social para entender os complexos processos históricos brasileiros e atlânticos.

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O Fantasma da Revolução Brasileira – 2ª Edição Revista e Ampliada

É preciso acertar as contas com o fantasma de uma revolução derrotada. E abrir perspectivas para a emancipação da classe trabalhadora. Ridenti desvenda aqui o significado e as raízes sociais da luta dos grupos de esquerda. Especialmente da esquerda armada, que buscava nos anos 1960 uma sociedade mais justa. E o autor vai além da política, mostrando ainda como essa derrota repercutiu na matriz cultural brasileira.

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O governo João Goulart – As Lutas Sociais no Brasil – 1961-1964 (8ª Edição Revista e Ampliada)

Numa época em que vários setores da esquerda e a máquina de propaganda dos que se assenhorearam do poder em 1° de abril de 1964 acusavam João Goulart de populista, fraco, inclusive por não haver resistido ao golpe militar, Luiz Alberto Moniz Bandeira, durante a ditadura militar, ousou e buscou restabelecer a verdade histórica, analisando seu governo e os fatores de sua derrubada. João Goulart não foi populista, não era demagogo; o PTB, escorado nos sindicatos, desempenhara empiricamente um papel similar ao dos partidos social-democratas na Europa; o golpe militar em 1964, com o apoio dos Estados Unidos, constituiu um episódio da luta de classes; o cabo Anselmo trabalhava para a CIA, em conexão com o Cenimar (Centro de Informações da Marinha); o motim dos marinheiros foi uma provocação, visando a unir as Forças Armadas contra o governo; e Goulart não teve condições de resistir, por não mais contar com o respaldo da maior parte das Forças Armadas e saber que os Estados Unidos se dispunham a intervir militarmente e dividir o Brasil, no caso de uma guerra civil. Se Goulart fosse fraco, cederia à pressão dos generais e dos Estados Unidos, fechando o CGT, reprimindo os sindicatos e demitindo do governo os elementos de esquerda, e o golpe militar não teria ocorrido.

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O Hino, o Sermão e a Ordem do Dia: Regime Autoritário e a Educação no Brasil (1930-1945)

José Silvério Baia Horta, ao materializar sua tese de doutoramento e publicar a obra O Hino, o sermão e a ordem do dia: regime autoritário e a educação no Brasil, consagrou sua trajetória na historiografia da educação, especificamente na era getulista, da instalação do governo provisório em 1930 até o final do Estado Novo em 1945. […] A obra de José Silvério Baia Horta proporciona uma contribuição historiográfica imprescindível e indispensável para todos os pesquisadores e educadores de história da educação brasileira. O trabalho metódico e científico traduz a seriedade minuciosa da investigação documental. Sua interlocução com as fontes, divulgação e análise demonstra seu compromisso ético em desvendar as páginas da história da educação no Brasil forjada sob a égide do autoritarismo.

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