América Socialista 15

A Revista América Socialista, órgão teórico e político da Corrente Marxista Internacional (CMI) nas Américas, chega na edição brasileira à sua edição número 15.  São 7 anos de publicação regular e de um esforço teórico e político dos militantes da CMI nas Américas e da Esquerda Marxista em particular para elevar a formação e a discussão política entre militantes revolucionários e a vanguarda dos trabalhadores e da juventude. Este trabalho é absolutamente necessário frente à impressionante regressão política e teórica imposta pelo estalinismo e pela socialdemocracia em todo o mundo. Não só vivemos uma época de decadência moral, cultural e política da sociedade burguesa. É também uma época muito difícil para o movimento operário, oprimido por décadas por enormes aparatos contrarrevolucionários e que hoje resiste e luta com as armas que tem para reencontrar um novo eixo de independência de classe e o caminho da revolução socialista.

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As lutas de classes na França de 1848 a 1850

Nesta obra, Karl Marx analisa um período longo e extremamente movimentado da história francesa, apresentando algumas experiências conceitualmente importantes da Revolução de 1848-1849 e seus resultados. Ao aprofundar o desenvolvimento da teoria do Estado e da teoria da revolução, o filósofo alemão chega à consciência fundamental de que a realização da tarefa histórica da classe trabalhadora é impossível no quadro da república burguesa, demonstrando que a ditadura do proletariado é uma fase de transição necessária para a abolição de todas as diferenças de classe, para a reconfiguração econômica da sociedade e para sua construção em uma ordem socialista. Marx também trata detalhadamente da situação e do papel do campesinato, fundamentando a necessidade de sua aliança com a classe operária.

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Maio de 68 – A Brecha

1968 é um ano emblemático. Maio, na França, um mês simbólico.

Ano emblemático porque recolhe numa unidade de sentido o que se passou antes dele – no correr dos anos 1960 – e do que viria a acontecer depois dele – no correr dos anos 1970. Primavera de Praga contra o totalitarismo soviético; movimento estudantil de Berkeley contra a guerra do Vietnã; criação da universidade crítica na USP, abrindo uma experiência que se espalha para várias universidades brasileiras em luta contra a ditadura e o autoritarismo acadêmico; movimento estudantil na França contra o servilismo das ciências sociais, curvadas às imposições da sociedade industrial capitalista, e o sombrio futuro dos estudantes nessa sociedade; início da guerrilha revolucionária nos países da América do Sul com a palavra de ordem de Che Guevara (“um, dois… muitos Vietnãs”); desenvolvimento do feminismo e do movimento ecológico, nos Estados Unidos; em toda parte, movimentos de luta pela liberação da sexualidade contra a repressão consolidada pela moral vitoriana; nascimento da música de protesto e da contracultura como expressão de todos esses movimentos e lutas – no Brasil, “sem lenço e sem documento”, canta-se que “nada será como antes”, “apesar de você”.

Mês simbólico porque a rebelião estudantil francesa não se confina ao ambiente universitário, mas ocupa as ruas, onde inventa uma nova sociabilidade tirando do isolamento os habitantes das cidades, pratica a guerrilha construindo barricadas para enfrentar as forças policiais, espalha-se pelas fábricas que, passando da solidariedade aos estudantes à presença política própria, deflagram uma greve geral, pondo em questão os partidos de esquerda tradicionais – sempre desejosos de tomar o poder – e ameaçando a queda do bastião da república francesa, o presidente De Gaulle.

 

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O 18 de brumário de Luís Bonaparte

Décimo título da coleção Marx-Engels da Boitempo Editorial, O 18 de brumário de Luís Bonaparte traz a célebre análise de Karl Marx sobre o processo que levou da Revolução de 1848 para o golpe de Estado de 1851 na França. Escrito no calor dos fatos, entre dezembro de 1851 e fevereiro de 1852, teve sua primeira publicação em maio de 1852, com o título Der 18te Brumaire des Louis Napoleon, na estreia da revista alemã Die Revolution. A tradução brasileira tem por base a segunda edição, revisada por Marx em 1869, em Hamburgo.

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