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1968, Por Aí… – Memórias Burlescas da Ditadura

1968, por aí… é sobre uma reviravolta cultural, social, sexual, musical e tudo mais, vivida coletivamente por toda uma geração. E o Mouzar estava lá, como estudante de Geografi a da USP, depois como jornalista, que saiu da pequena Nova Resende, em Minas Gerais, para gozar o furacão cultural num dos seus epicentros, o mundo estudantil de São Paulo.

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História e Consciência de Classe na Educação Brasileira: Lutas e Desafios Políticos dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (1979-1983)

O período estudado é favorável à observação do fenômeno da consciência de classe por ser um momento de ascenso das massas. A sociedade ergue-se com todo o vigor para derrotar o regime ditatorial. É crescente o ativismo social de inúmeras categorias, trabalhadores, estudantes, movimentos de moradores, trabalhadores rurais sem terra e outros. Greves enfrentam o regime ditatorial, reconstroem-se organizações sindicais e surgem novos partidos. As condições materiais, econômicas, sociais e políticas existentes promovem o despertar e o avanço da consciência daqueles grupos que se envolvem nas lutas por salários, liberdade e democracia.

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Luiz Carlos Prestes – o Combate por um Partido Revolucionário (1958-1990)

Dando prosseguimento às pesquisas que vem empreendendo sobre o papel de Luiz Carlos Prestes na elaboração e na aplicação das políticas do PCB em diferentes momentos de sua trajetória, a professora Anita Leocadia Prestes apresenta, neste livro, os resultados da investigação histórica da atuação política de Prestes, a partir da aprovação da Declaração de Março de 1958, pelo Comitê Central do PCB, até o seu falecimento em 1990.

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O Fantasma da Revolução Brasileira – 2ª Edição Revista e Ampliada

É preciso acertar as contas com o fantasma de uma revolução derrotada. E abrir perspectivas para a emancipação da classe trabalhadora. Ridenti desvenda aqui o significado e as raízes sociais da luta dos grupos de esquerda. Especialmente da esquerda armada, que buscava nos anos 1960 uma sociedade mais justa. E o autor vai além da política, mostrando ainda como essa derrota repercutiu na matriz cultural brasileira.

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O governo João Goulart – As Lutas Sociais no Brasil – 1961-1964 (8ª Edição Revista e Ampliada)

Numa época em que vários setores da esquerda e a máquina de propaganda dos que se assenhorearam do poder em 1° de abril de 1964 acusavam João Goulart de populista, fraco, inclusive por não haver resistido ao golpe militar, Luiz Alberto Moniz Bandeira, durante a ditadura militar, ousou e buscou restabelecer a verdade histórica, analisando seu governo e os fatores de sua derrubada. João Goulart não foi populista, não era demagogo; o PTB, escorado nos sindicatos, desempenhara empiricamente um papel similar ao dos partidos social-democratas na Europa; o golpe militar em 1964, com o apoio dos Estados Unidos, constituiu um episódio da luta de classes; o cabo Anselmo trabalhava para a CIA, em conexão com o Cenimar (Centro de Informações da Marinha); o motim dos marinheiros foi uma provocação, visando a unir as Forças Armadas contra o governo; e Goulart não teve condições de resistir, por não mais contar com o respaldo da maior parte das Forças Armadas e saber que os Estados Unidos se dispunham a intervir militarmente e dividir o Brasil, no caso de uma guerra civil. Se Goulart fosse fraco, cederia à pressão dos generais e dos Estados Unidos, fechando o CGT, reprimindo os sindicatos e demitindo do governo os elementos de esquerda, e o golpe militar não teria ocorrido.

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