Gestão pública e trabalho associado: fundamentos e perspectivas

Voltado à formação critica de servidores ou gestores públicos comprometidos com a democratização do setor público, bem como representantes dos movimentos sociais, pesquisadores ou simplesmente cidadãos comprometidos com a democratização da própria sociedade em suas múltiplas realidades, seja atuando diretamente nas políticas de Economia Solidária, autogestão e cooperativismo, seja discutindo e dialogando, de forma mais aprofundada, as relações Estado, Sociedade e Trabalho Associado, o presente livro – Gestão Pública E Trabalho Associado: Fundamentos E Perspectivas – vem a qualificar e enriquecer tais discussões, buscando compreender tanto questões estruturais, como também dinâmicas e movimentos societais, sem abrir mão de uma visão crítica e dialética da realidade sociais, inclusive buscando, nesse horizonte, dialogar sobre perspectivas e caminhos utópicos criados e re-criados dentro das diversas tentativas e lutas pela emancipação plena dos seres humanos.

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Volume I

Voltado à formação critica de servidores ou gestores públicos comprometidos com a democratização do setor público, bem como representantes dos movimentos sociais, pesquisadores ou simplesmente cidadãos comprometidos com a democratização da própria sociedade em suas múltiplas realidades, seja atuando diretamente nas políticas de Economia Solidária, autogestão e cooperativismo, seja discutindo e dialogando, de forma mais aprofundada, as relações Estado, Sociedade e Trabalho Associado, o presente livro – Gestão Pública E Trabalho Associado: Fundamentos E Perspectivas – vem a qualificar e enriquecer tais discussões, buscando compreender tanto questões estruturais, como também dinâmicas e movimentos societais, sem abrir mão de uma visão crítica e dialética da realidade sociais, inclusive buscando, nesse horizonte, dialogar sobre perspectivas e caminhos utópicos criados e re-criados dentro das diversas tentativas e lutas pela emancipação plena dos seres humanos.

Situando-se na vertente da Administração Pública Societal, em linhas gerais, a discussão apresentada e a elaboração dos artigos busca um eixo de reflexão que alinha-se à perspectiva de democratização do Estado brasileiro e da necessidade de construção de um novo modelo de desenvolvimento, aonde a centralidade das condições de vida das pessoas seja seu eixo principal, e não meramente um ajuste inter-setorial.

Pretende qualificar as ações e políticas públicas voltadas ao apoio e fomento ao trabalho associado, coletivo e autogestionário que constituam um novo modo de produção e reprodução da vida social, para além do capital. Pressupõe que as políticas públicas efetivas requerem mecanismos institucionais de participação e controle social e democrático, conferindo protagonismo crescente à população nos assuntos públicos.

Dentre os temas a serem abordados, destacam-se os limites e possibilidades das cooperativas e associações diante do modo de produção capitalista, a avaliação de políticas públicas no contexto do aparelho burocrático do Estado, a pedagogia do trabalho associado, a reforma agrária e urbana, a tecnologia social e a política científica e tecnológica necessárias para o desenvolvimento social; as especificidades do Brasil e o caráter capitalista do Estado brasileiro, a construção da história da esfera pública no Brasil; as contradições do sistema jurídico brasileiro, a mundialização do capital e seu “impacto” nas políticas públicas; a formação da agenda governamental e aspectos do planejamento público; a formulação e execução dos programas e políticas públicas relacionados à Economia Solidária, ou mesmo a possibilidade de organização integrada e orgânica do trabalho associado, bloqueando os múltiplos mecanismos de espoliação dos trabalhadores.

Somando diversas experiências e seus conhecimentos, na perspectiva da superação da alienação do trabalho, a proposta do curso de especialização em Gestão Pública e Sociedade é fruto das lutas históricas dos trabalhadores/as, dos movimentos sociais e dos trabalhadores públicos – professores, pesquisadores, gestores e intelectuais – que vislumbram uma América Latina autodeterminada, onde a produção seja realizada para a satisfação das necessidades humanas, onde os produtores livremente associados possam alcançar graus crescentes de autogoverno e de controle da produção e reprodução da vida.

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