A razão e a ordem

A ideia de que as crenças governam a ação social é típica da Ilustração. Herdeiro da tradição reformista do século XVIII, o bispo Azeredo Coutinho queria convencer seus contemporâneos da necessidade de manutenção do Antigo Regime e denunciar os subterfúgios do pensamento ilustrado antiescravista para a ordem colonial.

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O bispo José Joaquim da Cunha de Azeredo Coutinho e a defesa ilustrada do Antigo Regime português (1742-1821)

A ideia de que as crenças governam a ação social é típica da Ilustração. Herdeiro da tradição reformista do século XVIII, o bispo Azeredo Coutinho queria convencer seus contemporâneos da necessidade de manutenção do Antigo Regime e denunciar os subterfúgios do pensamento ilustrado antiescravista para a ordem colonial. Para alcançar tais objetivos é que Azeredo escrevia. A vontade de convencer pelo discurso, essa catequese em prol da ordem, mostra a faceta ilustrada do bispo senhor de engenho e escravocrata.

Sobre o autor: Nelson Mendes Cantarino é doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) e possui um estágio de pós-doutoramento no Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (IE-UNICAMP). Atualmente é professor de disciplinas de História Econômica no Instituto de Ensino e Pesquisa (INSPER) e na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP).

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Ano

Edição

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Autor

Nelson Mendes Cantarino

Editora

Alameda