Agroecologia no Brasil – Histórias, Princípios e Práticas

Sabemos que a forma de produção na agricultura não é neutra, tanto a chamada agricultura convencional – baseada na utilização de fertilizantes químicos e agrotóxicos – quanto a agreocológica – que respeita a natureza – refletem modelos de sociedade que priorizam ou o lucro ou a vida. Agroecologia no Brasil: história, princípios e práticas surge com o propósito de qualificar e politizar o debate em torno dessa oposição.

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Sabemos que a forma de produção na agricultura não é neutra, tanto a chamada agricultura convencional – baseada na utilização de fertilizantes químicos e agrotóxicos – quanto a agreocológica – que respeita a natureza – refletem modelos de sociedade que priorizam ou o lucro ou a vida. Agroecologia no Brasil: história, princípios e práticas surge com o propósito de qualificar e politizar o debate em torno dessa oposição.

O modelo de agricultura predominante no mundo hoje, ancorado nos fundamentos do agronegócio, prioriza principalmente as grandes monoculturas numa cadeia que favorece os latifundiários e as empresas produtoras de veneno, o mesmo tempo que prejudica os trabalhadores. Mesmo a produção de alimentos também fi ca sujeita a essa lógica, fazendo com que nossa comida seja rica em agrotóxicos; devemos lembrar que o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo.

Nesse contexto, a ampliação da implementação do modelo da agricultura agroecológica torna-se urgente, uma vez que oferece eficiência produtiva e energética, respeita os limites materiais do planeta e se pauta em uma distribuição mais justa dos alimentos e da renda. O professor e engenheiro agrônomo Manoel Baltasar Baptista Da Costa traça uma breve história do processo de consolidação da agricultura convencional, desmistifica os argumentos da “eficácia” do modelo convencional ao detalhar a dimensão dos interesses econômicos da indústria química e de tecnologia, e dos investidores financeiros, na construção do projeto hegemônico do agronegócio.

Na sequência, o autor trabalha detidamente sobre as contribuições da agroecologia tanto na dimensão energética quanto na econômica e sociocultural. Percorrendo os caminhos pouco conhecidos da história da agroecologia no Brasil, nos mostra a importância da atuação dos movimentos populares e do engajamento da população como um todo para a consolidação de uma agricultura fundamentada na sustentabilidade, na justiça e na equidade social.

Peso 0.174 g
Páginas

141

Autor

Manoel Baltasar Baptista da Costa

Editora

Expressão Popular