América Socialista 17

A 17ª edição da Revista América Socialista traz um compilado de textos que tratam do aparato repressivo do Estado, da necessidade e importância da teoria revolucionária e da urgência em reivindicarmos o legado daqueles que dedicaram suas vidas à luta pela revolução, em todos os campos, da economia às artes. Confira a apresentação e o índice na descrição deste item.

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A 17ª edição da Revista América Socialista traz um compilado de textos que tratam do aparato repressivo do Estado, da necessidade e importância da teoria revolucionária e da urgência em reivindicarmos o legado daqueles que dedicaram suas vidas à luta pela revolução, em todos os campos, da economia às artes.

O primeiro texto que disponibilizamos é do Conselho Editorial da Socialist Revolution (seção estadunidense da CMI), intitulado “EUA: Como a classe trabalhadora pode acabar com o terror policial?”.

Escrito em meio às convulsões revolucionárias dos EUA, após o assassinato de George Floyd, o texto faz uma relação direta dos acontecimentos atuais com a história dos EUA e o aparato repressivo de Estado; explica a estrutura das forças de repressão americana; o salto de consciência em períodos revolucionário; a divisão da burguesia; como o racismo e a polícia são elementos indispensáveis para a sustentação do capitalismo e retoma a necessidade da classe trabalhadora construir suas próprias defesas a partir da organização.

Dando continuidade à discussão de resgatar os exemplos históricos para nos munirmos de teoria e encontrar uma perspectiva à classe trabalhadora, apresentamos o texto “Lições da história e da luta do Partido dos Panteras Negras”, de John Peterson.

O texto resgata os assassinatos de Malcolm X e Martin Luther King Jr. e seus significados; a fundação do Partido dos Panteras Negras para a Autodefesa em 1966; as várias formas de luta antirracista encontradas; as influências e confusões teóricas que infestaram o movimento; as condições de ascensão dos Panteras Negras e o rápido declínio; as gangues de rua; a chamada “segunda grande migração”; as leis de segregação; a repressão estatal; o assassinato de Fred Hampton até as lições e o legado dessa riquíssima história da luta contra o racismo nos EUA.

Republicamos também o texto de Alan Woods de 2009, intitulado “Em defesa da teoria ou A ignorância nunca ajudou ninguém”. O texto é uma resposta às críticas que a CMI recebeu pela publicação da coletânea “A Luta de Classes na República Romana”. Alan faz a defesa da teoria a partir da retomada do contexto histórico em que foram escritos clássicos do Marxismo. Obras como Literatura e Revolução, de Trotsky, e Cadernos Filosóficos, de Lenin, são contextualizados, explicando que a teoria está presente mesmo nos momentos mais difíceis, que os revolucionários não se perdem no ativismo, tampouco abandonam a teoria para se adaptar às novas situações.

Em 2020 o suicídio de Vladimir Vladimirovitch Maiakovski completa 90 anos. Dando continuidade à defesa do nosso legado em todos os campos, apresentamos o texto “’O mar da história é agitado’ – 90 anos sem Maiakovski: Uma homenagem ao Poeta da Revolução”, escrito por Bruna Reis e Maritania Camargo. Além da homenagem, o texto é um convite para que conheçamos a obra do Poeta da Revolução e, mais do que isso, que reafirmemos que os marxistas têm a obrigação de analisar, conhecer e defender o legado de todo o conhecimento que a humanidade acumulou e daqueles que dedicaram a vida à luta por construir outro futuro.

Ainda nesta edição, damos continuidade ao artigo sobre a herança histórica do bolchevismo em relação ao trabalho na juventude, de Evandro Colzani. Nele mostramos como os bolcheviques se desenvolveram e aprenderam, a partir da própria experiência, a dialogar com as amplas camadas da juventude russa e de toda a Europa. O papel da juventude que esteve presente desde a Revolução Russa de 1905, passando pelo combate à guerra imperialista iniciada em 1914 e participando ativamente da Revolução de Outubro de 1917 reforça a máxima de Lenin de que “quem tem a juventude, tem o futuro”.

O texto “Os comunistas, o Estado burguês e suas forças de repressão”, escrito por Serge Goulart, aborda especificamente a questão das forças repressivas do Estado – Forças Armadas e seus braços. Questões como a diferença entre um servidor público e as forças de repressão, o papel do exército e fundamentalmente como os comunistas devem atuar, abordando a formação de patrulhas armadas comunitárias e comitês de autodefesa proletária, são elementos que estão extremamente fundamentados no texto.

Fechando a edição, dedicamos esta publicação ao nosso camarada Roque Ferreira, que faleceu na tarde de 4 de setembro, vítima da Covid-19. A homenagem intitulada “Do Luto à Luta” é a defesa do legado de nosso camarada e a chamada para que continuemos sua trajetória.

ÍNDICE

  • EUA: como a classe trabalhadora pode acabar com o terror policial? | Socialist Revolution
  • Lições da história e da luta do Partido dos Panteras Negras | John Peterson
  • Em defesa da teoria ou A ignorância nunca ajudou ninguém | Alan Woods
  • “O mar da história é agitado”: 90 anos sem Maiakovski: Uma homenagem ao poeta da Revolução | Bruna Reis e Maritania Camargo
  • Os bolcheviques e a juventude (Parte 2) | Evandro Colzani
  • Os comunistas, o Estado burguês e suas forças de repressão | Serge Goulart
  • Do luto à luta. Em defesa do legado de um comunista imprescindível: Roque, presente! | Esquerda Marxista
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Serge Goulart

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