Revoluções: poesia do inacabado 1789 – 1848 vl.1

De onde vem e para onde vai a arte moderna? A mitologia burguesa e formalista, gerada basicamente após o massacre da Comuna (1871) e da chamada belle époque (isto é, do colonialismo restaurado a mando do liberalismo) sustentou que a arte moderna, entendida como reino das formas “autônomas”, proviria da dissolução da função narrativa e tenderia à abstração. Na verdade, o modelo por trás de tal concepção é o da forma-dinheiro.

Na contramão de tal versão, este livro vai aos escritos de Baudelaire e aos objetos em que o poeta-crítico enxergou a formação originária da arte moderna. Examina assim as pinturas republicano-revolucionárias de David (1748-1825) e seu diálogo com a “revolução cultural” sans-culotte. Acompanhando tal arqueologia crítica, o leitor seguirá também, em cinco ensaios que podem ser lidos separadamente, as vicissitudes e mutações da obra de David ao longo da contrarrevolução termidoriana e do poder bonapartista que a consolidou.

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De onde vem e para onde vai a arte moderna? A mitologia burguesa e formalista, gerada basicamente após o massacre da Comuna (1871) e da chamada belle époque (isto é, do colonialismo restaurado a mando do liberalismo) sustentou que a arte moderna, entendida como reino das formas “autônomas”, proviria da dissolução da função narrativa e tenderia à abstração. Na verdade, o modelo por trás de tal concepção é o da forma-dinheiro.

Na contramão de tal versão, este livro vai aos escritos de Baudelaire e aos objetos em que o poeta-crítico enxergou a formação originária da arte moderna. Examina assim as pinturas republicano-revolucionárias de David (1748-1825) e seu diálogo com a “revolução cultural” sans-culotte. Acompanhando tal arqueologia crítica, o leitor seguirá também, em cinco ensaios que podem ser lidos separadamente, as vicissitudes e mutações da obra de David ao longo da contrarrevolução termidoriana e do poder bonapartista que a consolidou.

Peso 0.135 kg
Páginas

160

Autor

Luiz Renato Martins

Editora

Sundermann